Virgindade inútil
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Em novela dos anos 1920, autora brasileira defende a liberdade e a autonomia da mulher sobre seu corpo e sua sexualidade, e o direito à educação Mistura originalíssima de sátira, drama e argumentação naturalista, Virgindade inútil: Novela de uma revoltada, de Ercilia Nogueira Cobra, é um libelo feminista contra a dominação patriarcal em todos os aspectos da vida, e principalmente sobre o corpo da mulher. “O amor físico é tão necessário à mulher como o comer e o beber”, afirma a autora, partidária do amor livre, defensora da legalização do aborto e simpatizante do lesbianismo. A protagonista é Cláudia, moça de “uma dessas famílias do interior que aparentam fortuna e onde o valor da mulher é igual a zero”. Recebe educação apenas para se tornar “o anjo do lar”, aguardando ser “colhida” por um marido. No entanto, com o fim da fortuna familiar e a consequência ausência de dote, ela se vê fadada à vida de solteirona. Cansada do papel relegado às mulheres na sociedade – “fazer papel de idiota a vida inteira” –, decide partir para Flumen, a capital do seu país, a Bocolândia. Começa então uma trajetória em que se alternam humilhações e o desfrute dos prazeres da vida.
autor(a)
Cobra, Ercilia Nogueiraeditora
Carambaiapáginas
176palavras-chave
bordéis; bocolândia; relação sexual; sexo no trem; A família Medeiros; início do século XX; questionamentos às imposições sociais; ditadura do Estado Novo; luta feminina; corpo; leia mulheres; patriarcado; Editora Luas; lesbianismo; putafeminismo; moralismo; crueldade masculina; amor livre; adultério; Chrysanthème; erotismo; sociedade; Júlia Lopes de Almeida; liberdade feminina; literatura feminista; educação; cidade pequena; literatura queer; sexualidade; literatura LGBT; A última estação; mulher solteira; direitos humanos; ciúme; machismo; vida sexual feminina; manifesto; virgindade; bissexualidade; Enervadas; Companhia Editora Nacional; degradação da mulher; prostituição; dote; feminismo; manifesto feminista; A falência; sexo; convenções sociais; casamentos; interior; aborto; aborto; LGBT; prazer feminino; trem; Estado Novo; lésbica; Monteiro Lobato; cabaré